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Parceiros do projeto SURE: Projeto Ponte

A OIM organizou, no âmbito do projeto Mecanismo Complementar Comum para uma Reintegração Sustentável no Brasil (SURE), uma oficina de formação de formadores e criou a rede de referenciação no apoio à reintegração de brasileiros retornados. A psicanalista e coordenadora do Projeto Ponte, Liliana Emparan, comentou que a rede é fundamental não só para prestar melhor atendimento aos retornados, mas também para melhorar a articulação entre os profissionais que atuam na área. Com atuação em São Paulo, o Projeto Ponte é formado por uma equipe de psicólogos e psicanalistas e realiza atendimento terapêutico a deslocados internos, refugiados, apátridas e retornados.

Parceiros do projeto SURE: SEBRAE

A OIM organizou, no âmbito do projeto Mecanismo Complementar Comum para uma Reintegração Sustentável no Brasil (SURE), uma oficina de formação de formadores e criou a rede de referenciação no apoio à reintegração de brasileiros retornados. A analista do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), Alanni de Castro, destacou a importância da oficina e da rede no apoio a brasileiros retornados que pretendam empreender. O SEBRAE promove o desenvolvimento sustentável de pequenos negócios e o empreendedorismo no Brasil através de ações de assistência técnica e educação financeira. Além disso, o SEBRAE tem experiência no trabalho com o empreendeedor migrante, com iniciativas como o Projeto Remessas. 

Parceiros do projeto SURE: Projeto Resgate

A OIM organizou, no âmbito do projeto Mecanismo Complementar Comum para uma Reintegração Sustentável no Brasil (SURE), uma oficina de formação de formadores e criou a rede de referenciação no apoio à reintegração de brasileiros retornados. O secretário-executivo do Projeto Resgate Brasil, Marco Aurélio de Sousa, afirmou a necessidade de a migração ser segura e de o retorno ser sustentável. Com sede em Goiás, o Projeto Resgate auxilia pessoas vítimas de tráfico e de exploração social e sexual e contribui para o retorno e a reintegração de imigrantes no Brasil. O Projeto Resgate é uma das instituições da sociedade civil eleitas para fazer parte do Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Brasil.

Parceiros do projeto SURE: OBMinas

A OIM organizou, no âmbito do projeto Mecanismo Complementar Comum para uma Reintegração Sustentável no Brasil (SURE), uma oficina de formação de formadores e criou a rede de referenciação no apoio à reintegração de brasileiros retornados. O professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas) e coordenador do Observatório de Migração Internacional de Minas Gerais (OBMinas), Duval Fernandes, comentou a importância do evento e da rede. O professor Duval Fernandes tem vasta experiência na área da Migração Internacional, com artigos publicados sobre temas como migração de retorno e integração de imigrantes.

Parceiros do projeto SURE: ASBRAD

No âmbito do projeto Mecanismo Complementar Comum para uma Reintegração Sustentável no Brasil (SURE), a OIM organizou uma oficina de formação de formadores e criou a rede de referenciação no apoio à reintegração de brasileiros retornados. A consultora Graziella Rocha, da Associação Brasileira de Defesa da Mulher e da Infância da Juventude (ASBRAD), comentou a importância do evento e a atuação da ASBRAD. Sediada em Guarulhos, São Paulo, a ASBRAD desenvolve projetos de apoio a vítimas de violência doméstica e sexual, vítimas do tráfico de seres humanos, idosos vítimas de violência, além de promover iniciativas de execução de medida socioeducativa aplicadas a adolescentes em conflito com a lei e de defesa das crianças e adolescentes.

OIM lança vídeo sobre oficina no Brasil

A OIM lança vídeo sobre a oficina de formação de formadores parte do projeto Mecanismo Complementar Comum para uma Reintegração Sustentável no Brasil (SURE). A oficina reuniu 26 atores públicos, privados e da sociedade civil dos estados brasileiros de Minas Gerais, São Paulo e Goiás e teve por objetivo sensibilizá-los sobre a realidade do retorno para o Brasil.

OIM firma parcerias para atender migrantes retornados no Brasil

De modo a propiciar uma reintegração mais informada e sustentável dos migrantes que retornam ao Brasil de Irlanda, Bélgica e Portugal, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) desenvolve, juntamente com parceiros governamentais, não governamentais e privados, a Rede de Referenciamento no Apoio à Reintegração de Brasileiros Retornados.

Parte do projeto Mecanismo Complementar Comum para uma Reintegração Sustentável no Brasil (SURE), a rede atua de forma coordenada, propiciando aos migrantes acesso a vários serviços como orientação assistencial, apoio psicossocial e socioassistencial, acesso ao mercado de trabalho e assistência jurídica.

A Rede conta com 14 membros formalizados em 5 estados: Goiás, Minas Gerais e São Paulo, que são os principais estados de retorno no Brasil, além de Paraná e Paraíba. Ao longo de 2020, mais parceiros – a exemplo de prefeituras, governos estaduais e ONGs – poderão fazer parte da Rede.

Confira a lista de parceiros atuais da Rede:

  • Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Infância e da Juventude (ASBRAD)
  • Cáritas Brasileira Regional Paraná
  • Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (CDHIC)
  • Defensoria Pública da União – São Paulo
  • Instituto Félix Guattari
  • Instituto DH: Pesquisa, Promoção e Intervenção em Direitos Humanos
  • Observatório da Migração Internacional do Estado de Minas Gerais ‐(OBMinas)
  • Observatório das Migrações em São Paulo/UNICAMP 
  • Projeto Ponte
  • Projeto Resgate
  • Serviço Pastoral dos Migrantes do Nordeste
  • Secretaria Municipal de Assistência Social de Goiânia
  • Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Governador Valadares
  • UNIPSICO Uberlândia

OIM lança video do projeto SURE

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) lançou o vídeo do projeto Mecanismo Complementar Comum para uma Reintegração Sustentável no Brasil (SURE). O vídeo contém informações sobre o trabalho e a experiência da OIM em assegurar uma reintegração mais informada e sustentável para migrantes retornados.

O vídeo também traz depoimentos de participantes da oficina de formação de formadores organizada pela OIM em São Paulo no mês de outubro. Durante a ocasião, entidades da sociedade civil, privadas e governamentais partilharam experiências e integraram a Rede de Referenciação no Apoio à Reintegração de Brasileiros Retornados parte do projeto.

Retorno voluntário

A OIM possui um longo histórico de apoio a migrantes que desejam retornar voluntariamente a seus países, atendendo, somente no ano de 2018, mais de 63 mil migrantes de 169 origens. Alguns desses recebem apoio financeiro e técnico para se reintegrarem, e a maioria utiliza o recurso para abrir (ou reabrir) um pequeno negócio ou investir em capacitação educacional e profissional.

O projeto SURE é coordenado pela OIM Portugal, financiado pelo Asilo, Migração e Fundo para a Integração (AMIF) e co-financiado pela Imigração e Fronteiras Serviço Português (SEF). Assista ao vídeo:

Projeto SURE organiza formação de formadores em São Paulo

A OIM reuniu a 21 e 22 de outubro, em São Paulo, atores públicos, privados e da sociedade civil na oficina de capacitação de formadores sobre retorno e reintegração no âmbito do projeto Mecanismo Complementar Comum para uma Reintegração Sustentável no Brasil (SURE), cofinanciado pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e Fundo Asilo, Migração e Integração (FAMI).

A oficina envolveu 26 atores dos estados brasileiros de Minas Gerais, São Paulo e Goiás e teve por objetivo sensibilizá-los sobre a realidade do retorno para o Brasil e fortalecer a Rede de Referenciação no Apoio à Reintegração de Brasileiros Retornados. “A rede pretende, através do estabelecimento de um mecanismo de referenciação, propiciar um retorno mais informado e uma reintegração mais sustentável para migrantes brasileiros retornados de Portugal, Irlanda e Bélgica”, explica Bárbara Borrego, coordenadora do projeto.

A oficina teve como tema principal a importância da abordagem psicossocial no retorno e reintegração de migrantes. Além disso, os participantes ainda discutiram temas como a abordagem da OIM para o retorno e a reintegração no país de origem; o projeto SURE; a identificação, prevenção ao tráfico de seres humanos e assistência a vítimas; e a assistência à reintegração económica e social.

Durante o evento, participantes também realizaram atividades de grupo e compartilharam experiências relacionadas com retorno e reintegração.

Mapeamento

Mapeamento

A OIM concluiu o mapeamento de atores públicos, privados e da sociedade civil, fornecendo 25 tipos de políticas públicas, iniciativas e programas de importância para os migrantes que retornam aos estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Consultores coordenados pelos escritórios nacionais da OIM em Portugal e no Brasil conduziram o exercício de mapeamento parte do projeto Mecanismo Complementar Conjunto para Reintegração Sustentável no Brasil (SURE)

Os consultores mapearam mais de 1500 iniciativas nas cidades de Anápolis, Aparecida de Goiânia, Goiânia e Inhumas, no estado de Goiás; São Paulo, Araçatuba e Ribeirão Preto, em São Paulo; e Belo Horizonte, Betim, Governador Valadares, Ipatinga e Uberlândia, em Minas Gerais. Essas cidades conhecem fluxos de emigração e retorno e exercem graus variados de influência nas cidades e regiões vizinhas.

Os consultores identificaram um grupo de parceiros locais que prestam serviços e assistência de relevância que podem participar da Rede de Referência para Apoiar a Reintegração de Retornados Brasileiros. Os protocolos de colaboração serão formalizados com esses parceiros, que, posteriormente, participarão de um treinamento de treinadores organizado pela OIM.

O projeto também propõe a criação de um mecanismo de coordenação e de referência que permitirá o encaminhamento dos retornados aos atores locais no Brasil e garantir um processo de reintegração mais sustentável no país. O mapeamento é baseado na abordagem integrada da OIM para a reintegração, que reconhece a necessidade de intervenções holísticas em três níveis – individual, comunitário e estrutural – para garantir a sustentabilidade e em três dimensões: econômica, social e psicossocial.